quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Moreno ganha agência do BNB
Garanhuns aprova alterações no Código Sanitário
Juntamente com a Vigilância Sanitária, foi realizada uma visita, no último dia 28 de novembro, à Câmara Municipal para defender as alterações do Código. “Aproveitamos a oportunidade para solicitar o apoio dos vereadores ao Projeto INCLUIR, o que foi prontamente aceito por todos os presentes, inclusive com a aprovação das alterações por unanimidade na comissão”, explica a Diretora de Desenvolvimento do município Priscila Belens, que também é Agente de Desenvolvimento.
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| Vereadores aprovam alterações |
Estudo apresenta resultados da implementação da Lei Geral nos municípios pernambucanos em 2014
A Unidade de Projetos Especiais e Políticas Públicas do Sebrae-PE apresenta estudo sobre a implementação da Lei Geral nos municípios pernambucanos em 2014. No material podem ser encontrados dados como o número de municípios que implementaram a Lei por região do Estado; a contribuição dos municípios com a Lei Geral implementada para a geração do PIB nas unidades regionais; o ranking da implementação, com a média alcançada em cada eixo e a evolução da implementação da Lei nos municípios do Estado. “O estudo é importante para que os atores envolvidos no processo de implementação da Lei Geral possam avaliar os avanços e os principais desafios para os próximos anos”, afirma o analista Fernando Clímaco, autor da publicação.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Norma prevê simplificação do eSocial para pequeno negócio
São Paulo - A adaptação ao eSocial, que visa unificar as declarações trabalhistas para todas as empresas, terá que ser mais simples para os negócios de menor porte, conforme decreto publicado na semana passada.
Recife Compra será realizado em janeiro
TCU pune empresas que declararam ser pequenas para vencer licitações
Em casos apurados desde 2012, os infratores foram condenados a até seis meses sem poder contratar com o governo e, se houver reincidência, podem ser declarados inidôneos por 5 anos Abnor Gondim Brasília - Bastou cruzar a receita declarada em licitações públicas com o volume de recursos antes pagos aos vencedores pela própria União. Aí foi constatada a utilização indevida das vantagens asseguradas pela Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) exclusivamente ao segmento nas compras governamentais. Resultado: o Tribunal de Contas da União (TCU) condenou 78 empresas vencedoras de licitações abertas pelo governo federal que apresentaram receita anual inferior para se enquadrar como empreendimento de menor porte, cujo teto hoje é de R$ 3,6 milhões. Assim, usufruíram dos benefícios previstos na legislação para derrotar os concorrentes. A principal dessas vantagens estabelecidas pela Lei Geral é o empate ficto. Ou seja, uma empresa de menor faturamento pode vencer a disputa em qualquer modalidade de licitação, mesmo que o preço seja até 10% maior do que o apresentado por empresas de médio e grande porte. Nesse caso, a micro e pequena empresa pode dar um novo lance para cobrir o preço da primeira classificada, se essa não for MPE. De acordo com levantamento do TCU obtido com exclusividade pelo DCI, foram identificadas desde 2012 diversas empresas que receberam apenas da União, no ano anterior à licitação analisada, um somatório de ordens bancárias acima do limite de receita anual para enquadramento como pequenas empresas. Inidoneidade "A apreciação desses processos, todos da relatoria do ministro Raimundo Carreiro, resultou em sua grande maioria, respeitados o contraditório e a ampla defesa, na declaração da inidoneidade da empresa infratora para participar de licitação na administração pública federal por período de seis meses", aponta o TCU. Em entrevista ao jornal, no dia 9 de dezembro, um dia antes de deixar o cargo, o então presidente do TCU, ex-deputado federal e ex-presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, Augusto Nardes, alertou os infratores: "Nas futuras fiscalizações, havendo repetição da infração, a sanção poderá ser nova declaração de inidoneidade, impossibilitando que a empresa infratora contrate com o poder público por até cinco anos, prazo máximo estabelecido pelo art. 46 da Lei 8.443/92." Os infratores investiram inclusive em participar de licitações exclusivas para MPEs, cujo valor é de até R$ 80 mil. "Em alguns dos casos, embora tenha considerado falha grave a omissão da empresa infratora, dada a baixa materialidade dos procedimentos licitatórios exclusivos para ME ou EPP em que a mesma participou, o TCU considerou suficiente alertar a empresa de que a repetição da infração ensejará a declaração de sua inidoneidade", informa o TCU. Algumas das empresas condenadas apresentaram recursos, que foram, na maior parte, indeferidos, segundo o TCU. Mais punições A declaração errada de receita para vencer licitações pode custar mais caro às médias e grandes empresas que recorreram a essa prática nos processos analisados pelo Tribunal de Contas da União. Para a apuração de eventual sonegação tributária, o Tribunal encaminhou cópia da decisão ao Comitê Gestor de Tributação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (CGSN). A esse órgão compete gerir o tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte de que trata a legislação. Foi ainda determinado que o CGSN estude formas de aprimorar os procedimentos de fiscalização a fim de verificar a ocorrência das hipóteses de exclusão das empresas optantes pelo Simples Nacional, regime destinado ao segmento que reduz em 40% a carga tributária. |
(Fonte: DCI - SP) |
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Ação facilita acesso ao crédito
Cerca de 1.300 empreendedores participaram das 13 edições do programa FNE Itinterante, uma ação do Banco do Nordeste junto com o Sebrae para promover encontros com clientes e potenciais clientes para o acesso ao crédito.
O evento consiste em palestras ministradas pelas duas entidades, seguida de atendimento pela equipe do banco.
Em 2014, sediaram o evento os seguintes municípios: Quipapá,Brejo da Madre de Deus, Cabo de Santo Agostinho, Escada, Igarassu, Tabira, Palmeirina, Limoeiro, Paudalho, Ribeirão, Bodocó, Triunfo e Venturosa.
Novas agências do BNB em Pernambuco
No ano de 2014 os empreendedores do Estado passaram a contar com um atendimento mais próximo do Banco do Nordeste, com a inauguração de diversas agências, entre elas a de Igarassu, Escada, Cabo de Santo Agostinho, Casa Forte-Recife, São Bento do Una, Belo Jardim, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata e Limoeiro.
No dia 17 de dezembro será inaugurada da agência do BNB em Moreno.
O Sebrae-PE, por meio da Unidade de Projetos Especiais e Políticas Públicas, comemora a expansão do atendimento desse importante agente de crédito em Pernambuco. De acordo com o analista João Albuquerque, uma das atividades do projeto de Inclusão Financeira do Sebrae é promover a articulação com Bancos Públicos e Privados, com Agências de Fomento, Cooperativas de Crédito e Instituições de Microcrédito, visando o incremento na oferta de serviços financeiros ao Microempreendedor Individual, à Microempresa e à Empresa de Pequeno Porte.
Entre as ações de destaque neste ano, de acordo com ele, esteve a realização do Curso de Formação de Agentes de Crédito, ministrado pelo instrutor Admilson Ferreira da Hora, consultor credenciado junto ao Sebrae PE. O evento possibilitou a qualificação de trinta profissionais vinculados à AGEFEPE – Agência de Fomento de Pernambuco, ACREDITAR e a Prefeitura da Cidade do Recife, para atuarem como operadores de microcrédito junto aos pequenos negócios.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Afrânio publica Plano de Compras
Petrolina avalia avanços da Lei Geral no município
Na ocasião foram debatidas possíveis parcerias e propostas de ações que possibilitem a gestão de maneira exitosa com a interação de todos os agentes envolvidos no funcionamento e assistência ofertada por estes vários equipamentos que estarão em pleno funcionamento até fevereiro de 2015.Publicação Prefeito Empreendedor
Pregões presenciais são realizados em Caruaru
Foram realizados nos dias 10 e 11 de dezembro, em Caruaru, os pregões regionalizados, exclusivos para MPE, do programa Governo Cliente, promovido pela Secretaria de Administração do Estado (SAD), com apoio do Sebrae. Foram quatro pregões para compra de água mineral, café, açúcar, material de papelaria e copos descartáveis. O primeiro foi para a aquisição de açúcar e café. Esses são os primeiros de vários que a SAD programou para desenvolver ao longo do próximo ano.Seminário Governo Cliente
Na ocasião, representantes do Governo do Estado abordaram o que os empreendedores precisam fazer para se cadastrarem no PE Integrado para participar dos pregões eletrônicos. Também foi apresentado o Programa Governo Cliente, por meio do qual são realizados pregões presenciais regionalizados em diversas localidades de Pernambuco, com o objetivo de otimizar e dinamizar a economia local por meio da participação das microempresas nas compras governamentais do poder público estadual.Escada trabalha pela implementação da Lei Geral
No mês de novembro foi realizada uma audiência pública na Câmara Municipal de Escada para debater a Lei Geral Municipal de Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Micro Empreendedor Individual, com a presença do gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae Leonardo Carolino e da consultora Valdistela Cahú. Essa audiência foi decisiva para que a lei fosse sancionada e Escada passasse a integrar o ranking de municípios com a lei regulamentada.Fóruns de Caruaru e Camaragibe realizam reuniões
No dia 3 de dezembro foi realizada reunião do Fórum Municipal das Micro e Pequenas Empresas de Caruaru. Entre os palestrantes estiveram presentes o secretário de Desenvolvimento Econômico de Caruaru Erich Veloso; o secretário de Micro e Pequenas Empresas de Pernambuco Osíris Lins Caldas; o diretor do Fecomércio Oswaldo Ramos; o analista técnico da Unidade de Projetos Especiais e Políticas Públicas do Sebrae Pernambuco Fernando Clímaco; o secretário de Educação Antônio Fernando; o presidente da ACIC Ricardo Montenegro e a diretora executiva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Andreia Carla. Fórum Municipal do Recife encerra atividades de 2014 com plenária
Governador participa de reunião do Fórum Estadual da Microempresa
Sebrae recebe homenagem
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Pernambuco supera meta de implementação da Lei Geral nos municípios
Programa Cidade do Futuro encerra 2014 com evento em Gravatá
Petrolina lança novo aplicativo para emissão de notas fiscais
A Prefeitura de Petrolina colocará à disposição dos contribuintes um aplicativo pioneiro no país para emissão de notas fiscais eletrônicas a partir de smartphones, desenvolvido para atender exclusivamente a instituição. As notas fiscais de serviços poderão ser emitidas a partir de qualquer dispositivo móvel em poucos segundos. A novidade revolucionará o setor, permitindo mais agilidade e segurança a todos.
A previsão é que em janeiro de 2015 o aplicativo já esteja disponível para os contribuintes. A nova ferramenta permite que qualquer prestador de serviços da cidade e de municípios circunvizinhos, pessoa jurídica, profissional autônomo ou liberal, emita a nota fiscal pelo serviço prestado, na hora, sem qualquer complicação ou burocracia.
O prefeito de Petrolina, Julio Lossio esta otimista com o novo aplicativo “ Esse é mais um passo a frente que Petrolina dá, agilizando de forma eficaz e segura os serviços fiscais” , destacou .
Segundo o Secretario Executivo da Fazenda, Allan Maux, a nota é só o começo. “Nas próximas atualizações, a emissões de DAMs, certidões negativas e demais outros serviços estarão disponíveis”, finalizou.
Texto: Janaina Paiva
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Simples Nacional terá teto de receita anual ampliado
A presidente Dilma Rousseff decidiu ampliar o teto de receita anual do Supersimples e corrigir as distorções das alíquotas, especialmente para o setor de serviços, que estreia integralmente nesse regime tributário em 2015.
A decisão foi comunicada ontem ao ministro da Micro e Pequena Empresas, Guilherme Afif Domingos, ao participar de reunião com três dos quatro ministros da equipe de transição do segundo mandato da presidente, inclusive o futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
"Já há decisão da presidente Dilma, mas falta saber se teremos janela legislativa para aprovar a matéria ainda este ano", afirmou o ministro ao DCI. "O mais provável é a matéria fique para o primeiro semestre de 2015, para começar a valer em 2016″, completou. Na reunião, eles avaliaram propostas de melhorias do Supersimples apresentadas em estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Entre as novidades, estão o aumento do teto do Supersimples dos atuais R$ 3,6 milhões, para R$ 7,2 milhões no setor de comércio e para R$R 14,4 milhões para indústria. No caso da indústria, o aumento é de 400%.
É proposta ainda redução do número de alíquotas do Supersimples, que cairá das atuais 20 para 5, com benefícios principalmente para aas 450 mil empresas que poderão entrar em 2015, conforme a recente revisão da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas aprovada em agosto passado.
Estiveram presentes, além do futuro ministro da Fazenda, os ministros da área política – da Casa Civil, Aloisio Mercadante; e de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini.
Afif relatou que o futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, não participou da reunião por haver coordenado como consultor os estudos da FGV encomendados pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa e pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
"Ele [Nelson Barbosa] preferiu deixar os demais ministros à vontade para analisar o material", comentou Afif.
O ministro comentou que pesou a favor das propostas o fato de que os benefícios geradas pelos incentivos fiscais concedidos pelas médias e grandes empresas, especialmente em termos de geração de empregos.
"Ao mesmo tempo, nos últimos cinco anos, as micro e pequenas empresas tiveram um crescimento chinês, de 7% ao ano", apontou, com base nos estudos realizados.
Sob análise da Receita
Afif disse que o futuro ministro da Fazenda tomou a iniciativa para encaminhar à Receita Federal os estudos da Fundação Getúlio Vargas com as propostas. "É preciso que a Receita identifique de onde viram os recursos para cobrir a renúncia fiscal decorrente das medidas, como prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal", explicou o ministro. E já apontou uma fonte de recursos para cobrir a renúncia fiscal. "Se houver aumento de 4% no faturamento das empresas beneficiadas, a renúncia fiscal será compensada", afirmou o ministro.
Afif comentou acreditar que a Receita se manifeste em poucos dias. Depois disso, será avaliada a melhor oportunidade para o envio da matéria ao Congresso
Na próxima semana, Afif debate o tema em reunião com a Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa. Anteontem, ele se encontrou com o presidente do grupo, deputado Guilherme Campos (PSD-SP).
Janela parlamentar
Em relação à aprovação da matéria este ano, Afif se referiu ao fato de não haver tempo para encaminhar e aprovar a proposta ainda neste ano em razão do curto espaço de tempo até a conclusão do ano legislativo no Congresso Nacional.
"Ainda teremos a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do Orçamento de 2015, sem espaços para acordos", comentou. Ele fez alusão ao clima tenso no Congresso por causa da votação ontem de madrugada, após 18 horas de sessão, do projeto que muda, na LDO de 2014, o superávit primário (economia para pagar os juros da dívida).





















