quarta-feira, 30 de abril de 2014

Banco Central do Brasil promove Semana Nacional de Educação Financeira em Recife.


O Banco Central do Brasil realiza entre os dias 5 e 9 de maio a Semana Nacional de Educação Financeira em Recife. O objetivo é promover a educação financeira da população, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

Durante a Semana serão ofertadas ao público palestras sobre Gestão de Finanças Pessoais, Compra Compulsiva e Suas Dívidas, Orçamento, SFN – Sistema Financeiro Nacional e Funções do Banco Central. Os eventos serão realizados na sede do Banco Central do Brasil.

Para participar dos eventos, os interessados devem se inscrever em: http://www.bcb.gov.br/pre/evnweb/evento.asp?evento=7362

O número de vagas é limitado à capacidade do auditório.


Evento: Semana Nacional de Educação Financeira.
Data: 5 a 9 de maio.
Local: Banco Central do Brasil, Rua da Aurora, 1259, Santo Amaro – Recife.


SEMANA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA
Programação
DATA
HORÁRIO
TEMA
PALESTRANTE/FACILITADOR
VAGAS
05/05/2014
14:30 - 16:00
Orçamento
Breno Lima Moreira
250
07/05/2014
14:30 - 16:00
Palestra  GFP
Jorge Luiz Bacelar Santos
250
08/05/2014
14:30 - 16:00
Compra Compulsiva e Suas Dívidas
Maria dos Remédios Antunes - UFCG
250
09/05/2014
09:30 – 11:00
Palestra SFN e Funções do Banco Central
Mauro de Lima Torres
250
09/05/2014
14:30 - 16:00
Palestra  GFP
Jorge Luiz Bacelar Santos
250

Obs:      GFP – Gestão de Finanças Pessoais
                SFN – Sistema Financeiro Nacional
                UFCG – Universidade Federal de Campina Grande

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Receita vai simplificar eSocial para pequenas empresas

A Receita Federal vai criar um módulo simplificado do eSocial para micro e pequenas empresas (MPEs), um canal no YouTube com vídeos de orientação e assegura que o mecanismo digital poderá servir para os empresários avaliarem a redução do curso das despesas atualmente contraídas para o envio de informações previdenciárias e trabalhistas.

As novidades foram antecipadas ao DCI pelo representante da Receita Federal no Comitê Gestor do eSocial, Daniel Belmiro Fontes, em relação aos preparativos à obrigatoriedade do mecanismo a partir de janeiro de 2015 para as micro e pequenas empresas.
O eSocial é o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados, em relação às contribuições previdenciárias e ao recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
"É um sistema mais fácil que vai diminuir a quantidade de serviços que o empresário já paga. Por isso, ele também reduzir o custo de suas despesas com o envio dessas obrigações de informações previdenciárias e trabalhistas", disse.
Na avaliação de Fontes, o sistema poderá ser preenchido e processado pelo próprio empresário, no caso de MPEs, sem a necessidade de contratação de pessoal ou de serviços adicionais para efetuar o processo.
"Na maioria dos casos, será necessário preencher apenas a remuneração do empregado. O cálculo do FGTS e da Previdência, por exemplo, será feito automaticamente. Será algo parecido com o sistema do Simples Nacional", explicou o representante do fisco.
Além disso, apontou que a versão simplificada para MPEs será elaborado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
De acordo com o representante da Receita Federal, apenas 700 mil micro e pequenas empresas terão de comprar certificado digital para transmitir essas informações. Esse instrumento é exigido das empresas que possuem mais de sete empregados.
Fontes atribuiu à falta de troca de informações entre os órgãos a reclamação feita pelo ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (Semp), Guilherme Afif Domingos, de que o eSocial era em verdade o e-Fiscal por exigir a digitalização de uma série de informações, inviável para empreendimentos de menor porte.
Além disso, Afif atacou que a criação do eSocial não diminuiu em nada a burocracia exigida das m micro e pequenas empresas. "Digitalizaram a burocracia, sem diminuí-la", acusou. O ministro criticou ainda o fato de que a SMPE não ter sido convidada para o Comitê Gestor do eSocial e ter sido elaborado um manual de 200 páginas com orientações sobre o mecanismo.
A respeito das colocações do ministro, o representante da Receita afirmou que "O eSocial tem realmente um aspecto fiscal, mas trata principalmente de informações de interesse social dos trabalhadores, como informações trabalhistas e previdenciárias". E acrescentou: "Sempre houve uma versão simplificada para as micro e pequenas empresas. Faltou comunicação entre os órgãos".
Obrigações
O projeto visa centralizar e servir de base única das informações do empregado e empregador, integrando e compartilhando informações com todos os órgãos competentes como Secretaria da Receita Federal (RFB), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), bem como a Justiça do Trabalho, em especial no módulo relativo ao tratamento das Ações Reclamatórias Trabalhistas.
Fontes esclareceu que o eSocial não representará aumento de custos para as micro e pequenas empresas e também para os microempreendedores individuais. Isso porque, segundo o representante da Receita, o mecanismo mantém as atuais obrigações acessórias enviadas aos órgãos públicos geralmente pelo contador contratado pela empresa.
O eSocial dará mais trabalho para médias e grandes empresas. Segundo contadores, para suprir o eSocial com mais de 1.600 informações ou campos diferentes, distribuídos em 44 tipos de arquivos XML, é necessário orquestrar o trabalho de várias áreas como RH, segurança e medicina do trabalho, gestão de contratos, assuntos jurídicos e administração financeira, incluindo a contabilidade e a área fiscal.
(Fonte: DCI-SP)

Câmara vota universalização do Supersimples dia 29 de abril

Parlamentares, especialistas e representantes da sociedade civil e do governo se reuniram na quarta-feira próxima passada, no plenário da Câmara dos Deputados, para discutir o Projeto de Lei Complementar (PLP) 221/12 que trata da universalização do regime tributário do Supersimples, atualmente restrito a algumas atividades. Na abertura dos trabalhos, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves(PMDB-RN), falou da importância do projeto para o desenvolvimento do país, com destaque para a ampliação do acesso de outros setores ao Supersimples e da redução da burocracia. Ele encerrou sua fala fixando a data de 29 de abril para votação do projeto.
Para o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, “o importante desse projeto é que ele tem pontos que protegem exatamente os pequenos negócios. Primeiro, inclui todos pelo faturamento. Isso é absolutamente democrático. Segundo, corrige a distorção da substituição tributária que veio para anular o benefício do Supersimples em cima das micro e pequenas empresas”.
O PLP foi aprovado no final do ano passado pela Comissão Especial que analisou o Projeto e deve ser votado ainda nesse semestre pelo Plenário. Essa iniciativa vai permitir a inserção no Supersimples de todas as categorias de micro e pequenas empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano, independentemente da atividade.
Com a aprovação da medida, clínicas médicas, consultórios de dentistas, escritórios de advocacia, pequenas imobiliárias e mais de 200 outras atividades com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, até então enquadradas no regime de lucro presumido, passarão a ter o direito a aderir ao Supersimples. Esse regime unifica oito impostos em um único boleto, gerando uma redução média de 40% em sua carga tributária. Com a universalização, são esperadas não somente a redução do número de empreendimentos informais como também o aumento do volume de empregos nos pequenos negócios.
Outro ponto do PLP 221 que será discutido na Comissão Geral é o da substituição tributária, um mecanismo em que as Secretarias de Fazenda dos Estados cobram antecipadamente o ICMS das mercadorias adquiridas pelos empreendedores. Por causa dessa antecipação, quando um pequeno comerciante vai fazer, por exemplo, estoque para vendas futuras, ele tem que pagar o ICMS antes mesmo de saber se irá vender. Com isso, ele fica sem capital de giro, correndo o risco de quebrar ou de ir para a informalidade. Ao avaliar a questão, os parlamentares dos estados entenderam que é melhor incentivar as micro e pequenas empresas do que garantir uma arrecadação somente no curto prazo.
O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, que também participou da sessão, ressaltou que é necessário respeitar o direito garantido por lei de tratamento diferenciado aos pequenos negócios. “Quem atinge o teto tem de estar dentro. Isso significa incluir a área de Serviços, hoje, excluída. Isso vai não só aumentar a arrecadação do Supersimples, mas também diminuir bruscamente a informalidade. Não queremos acabar com a substituição tributária, somente ordenar isso e fazer valer o tratamento diferenciado para as micro e pequenas empresas, senão teremos uma mortalidade enorme, que inviabiliza capital de giro, bitributa empresa e faz muita gente ir para a informalidade”.
O relator do projeto, deputado Claudio Puty (PT-PA), ressaltou que, no próximo dia 29, a Câmara deve votar a iniciativa que regulamenta, limita e beneficia a atividade econômica das micro e pequenas empresas. “Fazemos isso porque sabemos que quem está gerando emprego, quem está gerando massa salarial e quem está segurando o rojão neste país são vocês, micro e pequenos empresas”.
(Fonte: Agência SEBRAE)

MEIs têm ‘dor do crescimento’ com impostos

Desde a criação da categoria de Microempreendedor Individual (trabalhador autônomo que fatura até R$ 60 mil por ano e tem até um funcionário), em 2009, 120 mil deles cresceram e deixaram essa figura jurídica.

Esse número representa 3% dos 3,9 milhões de negócios formalizados como MEI desde a criação do sistema
O levantamento foi feito pelo Sebrae a partir de informações da Receita Federal.
A transição implica desafios com questões fiscais. O MEI paga uma única taxa que fica em torno de R$ 40 por mês, incluindo impostos municipais e/ou estaduais e contribuições à Previdência.
Já as pequenas empresas que usam o regime do Simples (modalidade simplificada de recolhimento para quem fatura até R$ 3,6 milhões por ano) têm seu faturamento tributado por uma alíquota que parte de 4% no caso de comércio e de 6%, para a maioria das empresas de serviços . A taxa cresce conforme a companhia aumenta em faturamento.
Empresários que não se preparam podem acabar perdendo com a mudança, afirma Marta Pelúcio, professora da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras).
Entre os serviços que o empresário terá de contratar, estão os de um escritório de contabilidade.
Isso porque ele terá de emitir declarações mensais e anuais apresentando seu faturamento e informações sobre funcionários.
A empresa também fica obrigada a emitir nota fiscal em todas as vendas, explica Wilson Gimenez Junior, vice-presidente do Sescon-SP (sindicato que reúne escritórios do setor de contabilidade).
É preciso ter em mãos dados sobre os custos da operação e as margens de lucro dos produtos. Com isso, é possível embutir ao menos uma parte do imposto mais alto no valor das vendas.
Segundo Luiz Barretto, presidente do Sebrae, é natural que aconteça um aumento na tributação nessa transição, pois o faturamento das empresas também aumenta.
Eduardo Dionisio, 27, que criou há um ano a My S.O.S., diz estar consciente dos custos que terá ao deixar de atuar como MEI, o que deve fazer ainda neste mês.
Sua empresa fornece serviços de manutenção de computadores a partir do pagamento de mensalidades fixas.
No começo ele trabalhou sozinho, principalmente atendendo pessoas físicas. Ele diz que agora precisa contratar mais três funcionários, porque tem recebido propostas de empresas.
Dionisio afirma que, mesmo com o aumento dos impostos, o resultado será positivo para a empresa. “Tive de dizer a alguns clientes que preciso esperar um pouco para atendê-los para poder atender a mais serviços, até estar pronto e com uma equipe.”
14102288.gif
(Fonte: Folha de São Paulo)

Paraíba ganha adesão de 2,6 mil micro e pequenas empresas ao Simples Nacional


Com a elevação do teto para R$ 3,6 milhões no faturamento anual, o número de novas empresas paraibanas que solicitaram adesão ao Simples Nacional atingiu 2.661 no primeiro mês deste ano, segundo dados consolidados pela Secretaria de Estado da Receita.
O crescimento de adesão ao regime simplificado no início deste ano na Paraíba foi influenciado pela elevação do faturamento das empresas de R$ 2,520 milhões para os atuais R$ 3,6 milhões, no dia 1º de janeiro, equiparando ao teto federal. No final do ano passado, o governador Ricardo Coutinho assinou decreto pondo fim no sublimite no Simples Nacional. Atualmente, apenas 13 estados no país, entre eles a Paraíba, têm limite igual ao do nacional, o que estimula a adesão ao regime.
Segundo o secretário de Estado da Receita, Marialvo Laureano, o Governo do Estado na atual gestão não apenas acabou com o sublimite do Simples Nacional, mas dobrou o limite do faturamento. “Passamos de R$ 1,8 milhão, em 2011, para R$ 3,6 milhões em 2014. Isso não apenas favoreceu as micro e pequenas empresas que já estavam na opção do Simples no Estado, que puderam permanecer com o crescimento do seu faturamento, mas também àquelas que estavam fora e tiveram a chance agora de optar este ano com o aumento do limite do faturamento, reduzindo assim a sua carga tributária”, declarou.
O novo limite de enquadramento no Simples Nacional tem efeito de recolhimento não apenas para o ICMS, mas também beneficia as empresas que têm incidência do ISS (Imposto sobre Serviços), que é cobrado pelas 223 prefeituras do Estado.
Com a migração crescente de micro e pequena empresa ao regime diferenciado de apuração, a participação no total de estabelecimentos de inscrição no Estado que já aderiram ao Simples Nacional no Estado vem elevando a cada ano. Segundo dados da Receita Estadual, incluindo o microempreendedor individual, microempresas e empresas de pequeno porte, já atingiu 84,45% em março do total dos 88.332 estabelecimentos. Ou seja, 74.584 empresas já estão no Simples no Estado.
Em vigor desde dezembro de 2006, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa instituiu o Simples Nacional. É o regime diferenciado e simplificado de tributação que reúne na mesma guia de recolhimento seis impostos federais (PIS, Cofins, INSS, Imposto de Renda, CSLL e IPI), um estadual (ICMS) e um municipal (ISS). O Simples inclui ainda o Micro Empreendedor Individual (MEI), cujo faturamento anual é de até R$ 60 mil
(Fonte: Secom/PB)

Calabi reconhece que a substituição tributária prejudica as empresas do Simples


O secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Andrea Calabi, não descartou completamente o fim da substituição tributária para as empresas do Simples Nacional durante palestra, realizada ontem, na Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Provocado pelo vice presidente entidade, Roberto Mateus Ordine, e pelo economista Marcel Solimeo, Calabi afirmou que o uso disseminado da NFe-C, nota fiscal ao consumidor, que começou a ser usada em vários estados como forma de aumentar o controle da arrecadação, poderá levar ao fim da substituição tributária para o segmento no futuro.
No momento, entretanto, a sistemática de cobrar o imposto estadual de forma antecipada de apenas um elo da cadeia produtiva é um instrumento eficaz no recolhimento do ICMS, embora ele reconheça o aumento da carga tributária para as micro e pequenas empresas. “É verdade que a substituição tributária retirou uma boa parte dos benefícios das empresas optantes do Simples Nacional. Para os fiscos, entretanto, é muito importante manter o instituto e não fazer exceções porque seria uma situação difícil de organizar”, ponderou.
Na sua opinião, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 323, aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), relatado pelo senador Armando Monteiro, é um ponto de partida para a discussão do tema. Isso porque o projeto propõe identificar quais são os setores relevantes para o fisco, dispensando um grupo de optantes do recolhimento do imposto por meio da substituição tributária. “É um caminho razoável que está sendo negociado”, disse.
Quanto aos impactos do fim do mecanismo para os Estados, de R$ 10 bilhões para os fiscos estaduais e de R$ 10 bilhões para o governo federal, os números, segundo Calabi, não estão superestimados. De acordo com ele, a possibilidade de acabar com a substituição tributária acendeu a luz amarela do Confaz. “Não há como enfrentar essa questão sem discutir o papel do estado na economia e como se organiza esse papel entre as esferas da federação. É uma discussão que está solta”, concluiu.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Sala do Empreendedor chega à Zona Sul para atender MPEs de Boa Viagem, Pina e Brasília

Iniciativa ocorrerá às 18h desta terça-feira, na escola Oswaldo Lima Filho

07/04/2014 15:38 - Postado por Geraldo Lélis, com informações da assessoria

Começa neta terça-feira (08), na Zona Sul do Recife, a Sala do Empreendedor nos Bairros. A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento e Planejamento Urbano do Recife tem o objetivo de levar informações a micro e pequenos empresários que desejam abrir ou incrementar o próprio negócio. O encontro destinado a empreendedores do Pina, Brasília Teimosa e de Boa Viagem ocorrerá a partir das 18h na escola municipal Oswaldo Lima Filho, na avenida Domingos Ferreira, número 1.040, no Pina.
Durante a programação, os participantes conhecerão detalhes sobre acesso ao crédito, Programa de Compras Governamentais, grade de cursos oferecidos pelo Sebrae. Até o final da semana, a equipe da Sala do Empreendedor permanecerá na escola para prestar o atendimento individualizado, buscando atender às especificidades de cada empreendedor.
Sala do Empreendedor nos Bairros
Onde: Escola Municipal Oswaldo Lima Filho (antigo Colégio Brasil) - Avenida Domingos Ferreira, nº 1040.
Abertura: terça-feira (08), às 18h – o trabalho de atendimento individualizado será realizado no mesmo local até a sexta-feira (11).
Outras informações: 0800 281 3535 

Prefeito de Araripina Alexandre Arraes foi reconhecido com Prêmio Prefeito Empreendedor



Prefeitura de Araripina

Com grande reconhecimento e em volta dos gestores pernambucanos, o Prefeito Alexandre Arraes foi reconhecido nesta noite (03) às 21h30, em solenidade, o Prefeito Empreendedor de Pernambuco na categoria Desburocratização pela 8ª edição do Prêmio Governador Barbosa Lima Sobrinho que acontece no Recife.

Realizado pelo SEBRAE Nacional, o Prêmio ganha notoriedade em todo Pernambuco e região Nordeste, envolvendo as Prefeituras do Estado, além da sociedade, vislumbrando o trabalho dos grandes empreendedores executivos municipais.

Nesta edição, Alexandre Arraes serve de exemplo, incentivando os gestores do Araripe e de Pernambuco no estimulo e no desenvolvimento das desburocratizações as micro e pequenas empresas que vem destacando-se e somando junto ao seu município, forma esta de garantir o destaque e o crescimento econômico da sua localidade e do seu estado.

Encontro Regional de Agentes de Desenvolvimento - Salvador BA


Fernando Clímaco
Caros Agentes de Desenvolvimento,
Foi definido o limite máximo de ADs que poderão participar do Encontro Regional de Agentes de Desenvolvimento, nos dias 07 e 08 de maio em Salvador, BA. Como já realizado em outros encontros, custearemos despesas de hospedagem (2 pernoites) e deslocamento aéreo, com saída no dia 06/05 (tarde) e retorno dia 08/05 (noite), dependendo claro, da disponibilidade das empresas aéreas, em especial para aqueles que não são da Região Metropolitana do Recife.
Enfatizamos que teremos o limite máximo de 33 (trinta e três) Agentes de Desenvolvimento, sendo permitida a participação de apenas 01 (um) Agente de Desenvolvimento por Município.
As 33 vagas disponíveis serão ocupadas pelos Agentes de Desenvolvimento conforme os critérios abaixo:
CRITÉRIO 1: Ter concluído o Curso Avançado para Agentes de Desenvolvimento (independentemente do status da Lei Geral no município)
Ocupadas as vagas pelos Agentes de Desenvolvimento que fizeram o curso do AD avançado, as vagas restantes serão assim distribuídas:
CRITÉRIO 2: Ter concluído o Curso Básico de Formação de ADs (Certificado constando no SMILG) e ter a Lei Geral do Município IMPLEMENTADA (60% das vagas)
CRITÉRIO 3: Ter o Curso Básico de Formação de ADs (Certificado constando no SMILG) e ter a Lei Geral do Município REGULAMENTADA (40% das vagas)
Atendidos esses critérios, caso tenhamos mais de 33 ADs, o desempate se dará pela Pontuação Média (PM) do Município no Ranking do Sistema de Monitoramento de Implementação da Lei Geral (PM: a soma da nota dos quatro eixos dividido por quatro). Na hipótese de empate na(s) última(s) vaga(s), será definida aquele que possuir a melhor nota no eixo, conforme esta sequência: Compras Governamentais, Empreendedor Individual, Desburocratização e Agente de Desenvolvimento.
De outra forma, caso tenhamos menos de 33 AD com os critérios acima elencados, a Coordenação da Unidade de Projetos Especiais e Políticas Públicas juntamente com as de Desenvolvimento Territorial, decidirão se as vagas remanescentes serão preenchidas com a Pontuação Média (PM) do Município no Ranking do Sistema de Monitoramento de Implementação da Lei Geral (PM: a soma da nota dos quatro eixos dividido por quatro). Na hipótese de empate na(s) última(s) vaga(s) será definido aquele que possuir a melhor nota no eixo, conforme esta sequência: Compras Governamentais, Empreendedor Individual, Desburocratização e Agente de Desenvolvimento.
A lista final dos Municípios com pelo menos um Agente de Desenvolvimento que atenda aos critérios acima estabelecidos, será publicada nesta Rede no dia 24 de abril de 2014. O município que estiver na lista, deverá indicar por escrito, através de seu Prefeito ou Secretário Municipal a frente da pasta a que o AD se vincula, qual será o Agente de Desenvolvimento que integrará a caravana de Pernambuco ao Encontro Regional.
Estaremos atualizando e publicando nesta rede, o ranking dos municípios conforme a Pontuação Média (PM), que servirá para os casos de desempate e definição do quadro final de municípios.
Até a publicação da lista temos 17 dias de trabalho. Entrem no Sistema, verifiquem se as evidências de seu município estão atualizadas para garantir que o SMILG retrate todas as conquistas já efetuadas na implementação da Lei Geral em sua cidade.
Boa sorte a todos!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Capacitação é chave para empreender

O presidente do Sebrae, Luiz Barreto, falou ao DCI sobre oportunidades para micro e pequenas empresas nas licitações públicas
Abnor Gondim/DCI-SP

Luiz Barretto, presidente do Sebrae
Luiz Barretto, presidente do Sebrae

BRASÍLIA - A participação dos pequenos negócios nas compras do governo federal tem crescido. Para participar das compras do poder público, esses empreendedores devem, em primeiro lugar, se capacitar e aprender a dimensionar e controlar os riscos de um processo licitatório.  Depois, precisam disputar pequenas licitações e ir avançando até fornecer para vários órgãos.
A recomendação é do presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae), Luiz Barretto, sobre como os empresários do segmento podem diminuir riscos quando viram  fornecedores do poder público.
É exatamente em capacitação que reside a principal expertise do Sebrae, serviço social autônomo com unidades em todos os estados e no Distrito Federal, que administra recursos públicos para promover a competitividade dos pequenos negócios.
A organização conta com cursos direcionados para os fornecedores de compras governamentais, além de serviços na internet, por telefone e monitoramento das aquisições que devem ser feitas junto ao segmento, como reza a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.
A seguir, a entrevista de Luiz Barretto ao Caderno Especial do DCI:
Qual o percentual ideal de participação dos pequenos negócios nas compras governamentais?
A participação dos pequenos negócios nas compras do governo federal vem aumentando ano a ano.  Entre janeiro e outubro de 2013, as compras governamentais movimentaram R$ 47,3 bilhões na aquisição de bens e serviços, dos quais R$ 14,1 bilhões (30%) se referem às contratações junto aos empreendimentos desse porte. Nos estados e municípios, também registramos avanços, mas o ideal é que adotem e apliquem as regras da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa [de 2006].
Mesmo com muito esforço, pouco mais de 1,6 mil municípios colocaram em prática os dispositivos da legislação, cujo capítulo 5 estabelece, entre outras coisas, a participação exclusiva dos pequenos negócios nas licitações até R$ 80 mil, subcontratação de Micro e Pequenas Empresas [MPE] para a realização de obras e serviços, em percentual de até 30%, naquelas licitações obtidas pelas médias e grandes empresas. No caso de licitações de produtos a serem adquiridos em lotes, devem constar itens exclusivos para as MPME em até 25% do que for adquirido.
O Sebrae lançou, no final de 2012, o 1º Edital de Chamada Interna de Projetos de Compras Governamentais para os Sebrae estaduais trabalharem justamente o uso do poder de compras nos estados e municípios. Um dos objetivos é mapear as compras dos estados e, posteriormente, dos municípios.
Quais argumentos o senhor usaria para convencer o empresário de MPE ou microempreendedor individual (MEI) a vender para o governo?
É um ganha-ganha: ganha o empreendedor, que terá o governo como um grande comprador, e ganha o governo, que poderá adquirir produtos e serviços de fornecedores locais com preços mais acessíveis. E nesse processo são fomentados a inclusão produtiva e o desenvolvimento local. Outro aspecto a ser levado em consideração é que a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa estabeleceu benefícios para que os pequenos negócios participem mais das compras governamentais. Cabe a nós, do Sebrae, apoiar a inserção das MPE nesse enorme mercado. Investimos em apoio técnico e consultoria aos empreendedores interessados em participar de licitações.
Como os empreendedores de pequenos negócios podem evitar o risco de fornecer a governos e enfrentar problemas como falta ou atrasos no pagamento? 
Primeiro, eles precisam se capacitar e aprender a dimensionar e controlar os riscos de participar de um processo licitatório.  Uma boa sugestão para quem quer começar é fazer os cursos de capacitação em compras governamentais oferecidos pelo Sebrae. Contamos com uma rede de mais de 700 pontos de atendimento físico, um call center [0800 570 0800] e um portal na internet (www.sebrae.com.br). Outra sugestão é navegar no site Comprasnet (www.comprasnet.gov.br) para conhecer um pouco mais do mercado de aquisições públicas.
Recomendamos também navegar nos portais de compras utilizados pelos governos dos estados e dos municípios para conhecer qual o tipo de produto ou serviço é comprado. A recomendação é que as MPME comecem participando de pequenas licitações.
Quando o empreendedor estiver conseguindo atuar de maneira recorrente e lucrativa com pequenos contratos, aí, sim, será o momento de expandir suas operações e atuar com contratos maiores.  Eles podem participar de várias licitações simultaneamente ou começar a fornecer para outros compradores públicos, como prefeituras,  governos estaduais ou federal. É importante aprender o processo de contratação aplicado em cada órgão público.