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“Lei geral das Micro e pequenas Empresas (MPEs)”, foi
tema de palestra voltada para servidores do município de Salgueiro, e realizada
pela secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia em parceria
com o Sebrae, na última segunda-feira (22) no auditório do CVT de confecções. O
prefeito Marcones Libório de Sá e o secretário Eugênio Cruz, participaram da
oficina, que teve como intuito o fortalecimento da economia local.
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Foto: PMS
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A oficina, segundo Claudio Grassi, diretor de projetos
econômicos da secretaria, faz parte do programa Cidade do Futuro do
Sebrae, e serviu para esclarecer aos servidores municipais, a importância da lei
geral da como elemento do fortalecimento da economia local. “Todos os servidores
envolvidos como a comissão de licitação, setor de compras, fiscalização
tributaria, alvará e os próprios funcionários da secretaria de Desenvolvimento
Econômico, já começam a receber as informações necessárias. Vamos levantar
também as demandas e as necessidades que os servidores estão tendo para que
possa ser realizadas outras oficinas”, destacou Claudio
Grassi.
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Foto: PMS
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O consultor do Sebrae, Roberval Souza, conduziu a
palestra com o tema “A nova realidade para os pequenos negócios-compras
governamentais municipais desenvolvimento local sustentável”, e depois frisou
que Salgueiro faz parte do programa Cidade do Futuro. “Com essa oficina
queremos capacitar tanto o público como o privado, porque não adianta capacitar
só um lado. As demandas têm que ser enfrentadas de acordo com as necessidades do
servidor. Queremos também levar esse treinamento para o setor privado”, disse
Roberval Souza.
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Foto: PMS
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O prefeito Marcones agradeceu a parceria com a
instituição e destacou que as ferramentas modernas estão avançando cada vez
mais. “A gente tem que avançar para ficar mais ágil e estratégico para que
possamos ter mais direcionamentos, claro, dentro de um panorama com planejamento
de política, pois tem-se que privilegiar as compras dentro do município, essa é
a primeira estratégia. “Mas não é tão simples assim, há uma série de legislações
e mecanismos, precisa-se preparar o poder publico, mas também o poder privado”,
acrescentou o prefeito.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Oficina sobre “Lei geral das Micro e Pequenas empresas”, é realizada em Salgueiro
Pequenas empresas criam quatro em cada dez vagas de trabalho no Brasil
Pequenas empresas investindo alto em marketing digital em 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Audiência pública reforça a necessidade de legislação nacional de segurança contra incêndio.
Segunda audiência da comissão contra incêndios reforça necessidade de legislação nacional
Senadora Ana Amélia presidiu sessão nesta quinta-feira
sábado, 20 de abril de 2013
Lei Geral da Micro e Pequena Empresa é tema de encontro no TCE
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) foi palco do “Encontro Tribunais de Contas e o Desenvolvimento Local”, que teve o objetivo de estimular a implantação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e sua plena regulamentação em todos os municípios brasileiros. O evento foi realizado na manhã desta sexta-feira (19), no Auditório Governador Carlos Wilson, no Edifício Dom Hélder Câmara.
Cerca de 300 pessoas, entre conselheiros, técnicos do TCE, prefeitos, secretários municipais, estaduais, servidores públicos e presidentes de câmaras de vereadores lotaram o auditório. A solenidade de abertura contou com a presidente do TCE, Teresa Duere, que deu boa vinda aos presentes.
“É uma satisfação interagirmos com todos os segmentos da sociedade”, resumiu Duere, ao lado de representantes responsáveis pela organização do encontro. O evento teve a parceria com representantes do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e Instituto Rui Barbosa (IRB), além da Escola de Contas Públicas Professor Barreto Guimarães.
Prefeitos lotam auditório do TCE para ouvir explicações sobre a Lei da Micro e Pequena Empresa
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Dezenas de prefeitos, presidentes de Câmaras e secretários municipais lotaram o auditório do TCE hoje (19) para participar do encontro “Os Tribunais de Contas e o Desenvolvimento Local”. O tema foi a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa que ainda precisa ser regulamentada em 66 municípios pernambucanos. O encontro foi fruto de uma parceria entre o Sebrae e a Atricon (Associação dos Tribunais de Contas) com o intuito de informar aos prefeitos as vantagem que a Lei proporciona aos municípios, nas “compras locais”, que não excederem o valor de R$ 80 mil. Compuseram a mesa dos trabalhos a presidente do TCE, conselheira Teresa Duere, o vice-presidente e coordenador do evento, conselheiro Valdecir Pascoal, o secretário estadual do Trabalho e Empreendedorismo, Antonio Carlos Maranhão Fernandes e o diretor técnico do Sebrae/PE Aloísio Ferraz. BOAS VINDAS - A presidente deu as boas vindas aos participantes dizendo que aquele seminário era mais um que estava sendo promovido pelo TCE “em prol do desenvolvimento de Pernambuco”. Ela elogiou a parceria do Sebrae com a Atricon para a realização do evento, cuja principal finalidade foi orientar os municípios pernambucanos a “fazerem mais (obras) com menos (recursos)”. O conselheiro Valdecir Pascoal agradeceu a presença dos participantes, destacando o interesse deles para conhecerem a nova Lei, “que estabelece justos benefícios para as micro e pequenas empresas”, que representam 90% de todas as empresas brasileiras, 25% do nosso Produto Interno Bruto (PIB) e cerca de 40% dos empregos formais (com carteira assinada). A REVOLUÇÃO - O secretário Antonio Carlos Maranhão Fernandes também salientou a importância das micro e pequenas empresas para o desenvolvimento dos municípios, opinião que foi confirmada por depoimentos (apresentados num telão) do ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e do presidente do Sebrae nacional, Luiz Barreto. Este último declarou que a nova Lei Geral da Micro e Pequena Empresa terá o efeito de uma “revolução” nos municípios brasileiros porque representa menos tributos e menos burocracia, “e dá um tratamento diferenciado aos pequenos negócios”. Coube à professora e economista Tânia Bacelar apresentar um quadro estatístico sobre o Estado de Pernambuco, “na perspectiva dos municípios e dos pequenos negócios”, e à técnica de auditoria do TCE, Ana Ventura Coelho, fazer uma abordagem sobre a Lei Geral “como política pública de desenvolvimento local”. Em seguida, o prefeito da cidade de Petrolina, Júlio Lossio, fez uma explanação sobre uma experiência de sucesso em seu município sob a perspectiva do desenvolvimento local. Por fim, o gerente da Unidade de Políticas Públicas do SEBRAE nacional, Bruno Quick, fez uma apresentação sobre o projeto “Prosperar” – parceria entre este órgão e a Escola de Contas do TCE para capacitar os gestores públicos no sentido de cumprirem a nova Lei. Gerência de Jornalismo (GEJO), 18/04/13 |
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Renda maior não significa corte do Bolsa Família
Silvania vende roupas, mas recebe o benefício
Quando criado, no Governo Lula, o Programa Bolsa Família tinha por objetivo erradicar a extrema pobreza no Brasil. No entanto, a assistência social, que deveria ser temporária, passou a acomodar muitos brasileiros, com receio de perder o benefício. Mas o que poucos sabem é que nem sempre a formalidade elimina o auxílio federal. Este é exatamente o caso da negociante de roupas Silvania Maria de Barros. Cansada de ver os clientes irem embora sem levar nenhuma peça por não oferecer serviços com cartão de crédito, há três anos, ela procurou o Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/PE) para se formalizar. A partir daí, a comerciante se tornou Microempreendedor Individual (MEI), mesmo sendo beneficiária do Programa Bolsa Família (PBF).Desde então, além dos R$ 76 que recebe por mês do Governo Federal, Silvania fatura mensalmente com o seu negócio. O recebimento das duas fontes de renda só é possível porque, de acordo com o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Leonardo Carolino, o faturamento máximo anual deve ser de até R$ 60 mil. Além disso, o MEI não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular. “Até dezembro de 2012, 8.444 mil empreendedores individuais receberam Bolsa Família”, ressaltou Leonardo.
“As minhas despesas de casa são altas. Só de luz e água pago cerca de R$ 150. Sou solteira e crio minhas duas filhas sozinhas e, apesar de pouco, a ajuda do Bolsa Família é muito útil porque intera com o dinheiro da vendas das roupas”, conta Silvania.
Vitória de Santo Antão adere ao programa Cidade do Futuro do Sebrae/PE
Na manhã desta quinta-feira (11) o prefeito Elias Lira, juntamente com parte de seu secretariado e assessores, recebeu em seu gabinete os representantes do SEBRAE-PE, Fernando Clímaco, Analista da Unidade de Projetos Especiais e Politicas Públicas, e o consultor Erandy Francisco da Silva que vieram ratificar o termo de adesão do município da Vitória de Santo Antão ao Programa Cidades do Futuro, implantado em Pernambuco por aquela instituição.
O programa visa, a partir da execução articulada de diversos projetos e ações, construir em parceria com os municípios, técnicos de instituições e entidades representativas das Micro e Pequenas Empresas (MPE), lideranças locais e empresários, uma ambiência legal favoráveis ao surgimento, apoio e fortalecimento dos pequenos negócios aproveitando suas vocações econômicas, seus recursos e potencialidades como forma de estimular o desenvolvimento local e reduzir sua dependência de recursos do Estado e da União.Para isso, o Cidade do Futuro busca implementar, junto aos municípios que o aderem, a eficácia da Lei Complementar 123, de 2006, que estabelece o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, com normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido à esses empreendimentos no âmbito dos Poderes da União, Estados, Distrito Federal e dos Municípios.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Garanhuns facilita criação de novas empresas
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Uma Secretaria necessária
Com a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que acaba de ser sancionada pela presidente Dilma, volta uma antiga, mas sempre pertinente, discussão: de quantos ministérios o Brasil precisa? Com a nova pasta, promessa de campanha de Dilma, serão 39 os ministros - um número tão elevado que relacionar nome e cargo de meia dúzia deles é um desafio e tanto.
Somente para lembrar, temos nove secretarias especiais, com status de ministério, entre elas a de Políticas da Mulher, da Igualdade Racial, de Direitos Humanos e a de Assuntos Estratégicos. Algumas poderiam - deveriam - ser agrupadas sob o mesmo guarda-chuva, o que reduziria o número de pastas, como a própria presidente chegou a cogitar, tempos atrás.
A novíssima Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que tanta polêmica tem provocado, entra nessa conta. Mas, a seu favor, há o fato inegável de que representa um setor fundamental para promover o crescimento econômico, criar empregos e renda e melhorar as condições de vida da população. No ano passado, quando o Brasil cresceu menos de 1%, micro e pequenos empreendimentos movimentaram a economia, respondendo por dois terços do total de empregos gerados no país.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Senador alerta para ameaças ao Simples Nacional
O Jornal do senado na edição de 28/03 traz matéria de seguinte teor:
O senador Armando Monteiro (PTB-PE) fez um pronunciamento em Plenário sobre ameaças ao Simples Nacional. A preocupação do senador diz respeito aos efeitos nocivos da incidência da Substituição Tributária para os pequenos negócios. A matéria foi publicada na edição de hoje do Jornal do Senado.
Armando Monteiro alerta para ameaças ao Simples Nacional
Armando Monteiro (PTB-PE) afirmou que as disfunções do sistema tributário ameaçam as conquistas do Simples Nacional, especialmente devido ao uso abusivo da substituição tributária do ICMS.
— A antecipação e a substituição do recolhimento dos impostos só desfavorecem a expansão dos pequenos negócios, pois reduz o capital de giro, atinge os empregos, inibe investimentos, além de incentivar a informalidade — disse.
Para ele, o instrumento deve ser restrito a setores com alta concentração de fabricantes ou distribuidores.








